A dedicação de silenciar a mente!

Silenciar a mente requer uma consciência dominadora. É pura observação. Não julgar, afinal está-se em pleno processo interior, cujo reflexo está à nossa volta. É perfeitamente normal se distrair nesse caminho. Mas em determinado momento, o simples ato de observação e pura consciência o silencio aparece e nada mais importa senão o que acontece cá dentro e na gratidão que se sente sempre que se torna consciente no momento presente.
No fim ainda se dá espaço para mais uma abertura de consciência na simples observação do que se passou em pleno silencio há minutos atrás e logo se ganha uma nova perceção dos fatos. Há uma imensa alegria que sai naturalmente cá de dentro e a gratidão ainda é maior.
Estas emoções também estão nesse momento a serem libertadas para todo o Universo a receber para assim ser distribuído e retribuído em todo o reflexo que está à nossa volta.
Imagine-se a libertar amor o quão mágico é. As mudanças drásticas e necessárias que daí advém. O sentido de merecimento consciente de amor próprio é, provavelmente, o maior feito de elevação como ser que faz parte deste Universo imenso.
Estão presentes todas as leis do Universo num simples momento de silencio a se escutar, a se sentir, a observar atentamente tudo o que se passa cá dentro...
Não me cabe julgar se essas leis existem ou se são apenas mais uma ilusão, o que importa é que tudo se está a passar naqueles instantes de pura consciência faz real e literal sentido, por simplesmente ser aí o caminho a seguir em determinada fase da vida ou mesmo um total propósito mais permanente. Ambos estão certos, por vir directamente da sua verdade interior e que dela se ligou ou religou ao cosmos.
