Marte em conjunção com Plêiades

Nesta era de Aquário e inseridos num contexto profundo de mudança, decidi pedir ao Universo conhecer um ser pleiadiano e a resposta não tardou, aliás, bastou apenas algumas horas. Senti uma profunda gratidão pela oportunidade consciente da resposta do Universo e da atenção à necessidade interior de conhecer um pouco mais destes seres que tantos acreditam que existem entre nós.
Perante os estudos científicos em astronomia e astrofísica, Plêiades é um aglomerado de estrelas jovens situadas na constelação de Touro ou no grau 29 do signo de Touro. São visíveis a olho nu as 7 estrelas mais brilhantes deste aglomerado. Consta que são o resultado de poeira de um fim de vida de uma estrela naquele espaço algures no tempo e, mais particularmente são estrelas de pouca densidade, o que significa que em poucos milhões de anos elas se afastarão visivelmente umas das outras.
No meu ponto de vista, os pleiadianos possuem uma consciência avançada de inconstância, daí não definirem algo de modo permanente, um dos cenários que aproveitam ao máximo na juventude é a atenção ao corpo, sabendo que um dia essa perfeição esculpida é transformada e, portanto o momento presente é algo crucial a se viver em pleno.
A comunicação é fundamental para partilhar o que é importante para eles e, tendo plena consciência do movimento global é importante o uso de todo o tipo de meios mais ou menos avançados para espalhar a palavra que resume o seu modo de viver de forma a conquistar a consciência pública de que a impermanência é algo constante na vida de todos nós.
Um pleiadiano pode nos dar uma lição sobre o desapego, tanto físico como mental. Podem parecer muito imaturos para muitos, afinal são jovens para tantos seres, mas são aqueles que têm capacidade plena de navegar pelo nosso Universo. O que podem aprender nessas viagens é algo precioso, visto que uma estrela plêiade pode ser atraída para um objecto mais denso e até chocar com o mesmo e suas ondas gravitacionais chegarem a muitos mais seres de outras dimensões e culturas com todo o aprendizado atómico adquirido. E esse pode vir a ser o único passado que interessa realmente.
Trata-se do crescimento evolutivo, da expansão de consciência e, trata-se de Marte a fazer conjunção com Plêiades a 2 de Março de 2021, tal como acontece a cada 2 anos. E esta será a primeira na era de Aquário.
Sendo Marte aquele boost capaz de iniciar começos aparentemente impossíveis e Plêiades nos premiar com um espetáculo de luzes jovens único aos nossos olhos, diria que os nascimentos por esses dias terão grande possibilidade de serem originários dessas bandas pleiadianas em energias diretas e virão nos ensinar mais sobre a plenitude do agora, da fluidez energética em constante mudança e que a resistência resulta em maior sofrimento, virão igualmente aprender novos costumes e culturas, aprofundar o amor em verdade única e universal.
Até arriscaria perguntar: será que nos contentaríamos em satisfação total sermos apenas o resultado de poeira interestrelar?
Afinal o Universo é uno e somos um dos resultados destas poeiras, a viver com outros resultados diferentes dos humanos e dentro do mesmo solo criado também por poeira, tal como Plêiades.
Será o lugar no tempo de aprender sobre humildade macro universal.
