O Nada e o Tudo e o Tudo e o Nada

De volta aos meus dados, a pensar nas ilusões criadas ao longo de toda a humanidade, ao real poder da lei da atração e a alquimia quântica.
Deu Jupiter em Aquário na casa 4.
Uma expansão com características revolucionarias em relação às questões relacionadas com os antepassados e, se for levado à loucura seria desde os milhentos ancestrais desde que há homo sapiens desenvolvido como o conhecemos e que, até agora, o estudo do ADN já nos levou a essa conclusão.
Ainda assim há muito do ADN que corresponde além dos sapiens que liga a outros pontos da natureza, portanto, pensar na casa 4 é ir além do momento em que a própria Lua foi criada, afinal os dados deram como referencia o planeta Jupiter, fisicamente o maior planeta do nosso sistema solar, coincidentemente (ou talvez não) aquele que abre para o social e assim a ligação do que há dentro do ADN próprio e único para todos os outros ADN's que existem em todo o Universo. Numa visão mais simplista aquele que és se junta com os que te rodeiam, numa versão atómica similar em tão elevada quantidade que as pequenas diferenças possam resultar qualquer coisa abaixo dos 0,000000000000001%, ou seja, pouco relevantes para o que representa as similaridades de todo o Universo.
Daí a particular ilusão criada para nos diferenciarmos, colocados em grupos e em classes que afinal só representam esta minoria atómica praticamente invisível ao Universo. Em tom de brincadeira poderia estar camuflado no espaço entre os átomos, que estranhamente é quase impossível de detectar, nem com a melhor tecnologia que possuímos. Que estranha energia escura que nem sei até onde fomos nós próprios que criámos. Que espaço é este que está em nós escondido entre os átomos e o quanto eles representam a nível do Todo!
A energia expansiva de Júpiter que entrou em Aquário e juntou-se a Saturno no grau 0 em dezembro de 2020, em pleno solstício de inverno, no dia em que a noite venceu, no seu máximo, o dia em números de horas presentes e sob as ordens da regência de Saturno e Urano, leva o génio à beira de um ataque de nervos com a mente a polvilhar na possibilidade de escavar essa parte tão desconhecida de tudo o que existe.
Energicamente falando, até que ponto não seria a oportunidade lançada para a unificação do Todo, que a consciência das pequenas diferenças são ilusões criadas por nós próprios, com a permissão do chamado Deus, para simplesmente descobrir que essas diferenças nada representam, e que o nada se pode ter criado aquilo que se acredita como um tudo.
Não dá que pensar minhas caras mentes pensadoras do além dos horizontes?
Plutão está a chegar a estas zonas de mente ativa fora da caixa, mas também a se aproximar da dita caixa. Uma das diferenças pode perfeitamente ser o de escolher onde e o que se coloca nessa caixa. E dessa parte nasce e renasce o lado único do eu, e do eu contigo e do eu com todos.
